Posted by admin on 23rd abril 2010

O Bacula permite criptografia na gravação dos dados no storage, a partir da sa[ida do cliente (file daemon). Na restauração, assinaturas de arquivos são validadas e qualquer inconformidade [e reportada. Em em nenhum momento, o Director ou Storage Daemon tem acesso aos dados criptografados.
* Esta implementação não criptografa meta-informações do arquivo.
Encriptação e validação são implementadas utilizados chaves privadas RSA, casadas com certificados p[ublicos x509 auto assinados. Este esquema [e conhecido como PKI ou infra-estrutura de chave púublica.
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Posted by admin on 23rd abril 2010

Bacula TLS (Transport Layer Security) é um modo de criptografia nativo para profer transporte seguro das informações, similar ao stunnel ou ssh. Nesta opção, os dados gravados no Storage Daemon não são criptgrafados mas, sim, a comunicação.
Recursos:
* Negociação Client/Server TLS
* Conexões TLSv1 com validação via certificado para Servidor e Cliente
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Posted by admin on 22nd abril 2010

O label automático de fitas pode ser feito tanto para HD quanto para fitas.
Para robôs, o label automático não funciona, pois o Bacula não acessa slots desconhecidos. Neste caso, deve ser usado o comando “label barcodes”, para etiquetar várias novas fitas.
O label automático é ativado inserindo opções no recurso pool (bacula-dir.conf) e no recurso device (bacula-sd.conf), como demonstrado abaixo. No recurso pool, deve ser provido um formato de label utilizado para criar novos volumes, no qual o Bacula irá adicionar um dÃgito numérico. Ele começa em 0001, sendo incrementado para cada volume. Exemplo:
Pool {
Name = File
Pool Type = Backup
Volume Use Duration = 23h
LabelFormat = “Vol”
}
Bacula irá criar Vol0001, Vol0002, sempre que novos volumes forem necesários. Labels mais complexos podem ser criados através de variáveis.
A segunda opção necessária, simplesmente permite que o Storage etiquete os volumes. Adicione a opção LabelMedia = yes para o Device no bacula-sd.conf:
Device {
Name = File
Media Type = File
Archive Device = /home/bacula/backups
Random Access = Yes;
AutomaticMount = yes;
RemovableMedia = no;
AlwaysOpen = no;
LabelMedia = yes
}
Variáveis suportadas no nome do volume: http://www.bacula.org/en/dev-manual/Variable_Expansion.html
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Posted by admin on 22nd abril 2010

O termo migração, contexto do Bacula, significa mover os dados de um volume para o outro. Trata-se de um job especÃfico, que inclusive apaga (purge) as informações do volume originário.
O processo de Cópia é essencialmente identico à migração, exceto que o volume original permace inalterado. Cria duas cópias identicas de um backup.
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Posted by admin on 22nd abril 2010

compression=GZIP
Insira esta linha em uma das “options” do “FileSet” no qual deseje comprimir os dados do “backup”.
Utilize compressão apenas para backup em disco, pois a maioria dos drives de fita modernos fazem compressão via “hardware”.
Você pode estabelecer diferentes nÃveis de compressão (exemplo: GZIP6 = level 6), com nÃveis variando de 1 a 9, sendo que 1, consiste na menor compressão e consequente menor consumo de recursos de processamento.
NÃveis maiores que 6, geralmente consomem muitos recursos (e tempo), mas trazem pouca economia de espaço.
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Posted by admin on 21st abril 2010

Ao invés de declarar todos os recursos dentro de um mesmo arquivo de configuração (ex.: “Jobs” dentro do bacula-dir.conf), é possÃvel fazê-lo em arquivos distintos – apenas citando os caminhos para os mesmos da seguinte maneira (exemplo):
@/etc/bacula/bacula-dir-filesets.conf
@/etc/bacula/bacula-dir-jobs.conf
@/etc/bacula/bacula-dir-jobdefs.conf
@/etc/bacula/bacula-dir-clients.conf
@/etc/bacula/bacula-dir-storage.conf
@/etc/bacula/bacula-dir-pools.conf
@/etc/bacula/bacula-dir-schedules.conf
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Posted by admin on 21st abril 2010

a) bacula-dir.conf:
1. Criar um novo job para o cliente a ser criado. 2. Criar um novo recurso”Client”. A senha (password) será a mesma que consta do bacula-fd.conf do cliente correspondente. 3. Criar um novo “FileSet”, caso os arquivos a serem “backupeados” sejam diferentes do “FileSet” que já existe. Obs.: (no caso do Windows, lembrar que deve ser utilizada / (barra) ao invés de \ (barra invertida). 4. No recurso “storage”, certificar-se de que o endereço utilizado seja um IP ou de que o nome da máquina esteja num servidor DNS. 5. Reiniciar os serviços do “Bacula”.
b) bacula-fd.conf
1. Colocar o nome do “director”. 2. Modificar a senha que o “director” irá utilizar para se conectar ao cliente. 3. Reiniciar o “daemon” ou serviço (bacula-fd). Obs.1: no Windows, acessar o Gerenciador de Serviços (services.msc) para reiniciar os serviços do “Bacula”. Obs.2: caso o serviço “Bacula” no Windows termine em erro, execute o comando correspondente (botão direito no serviço, Propriedades, neste caso retirando o trecho “/services”), na linha de comando (CMD), para visualizar a mensagem de erro
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Posted by admin on 24th setembro 2009

Uma das coisas mas importantes para se entender no Bacula são os estados de seus volumes:
- Append: é o primeiro “status” que uma mÃdia recém etiquetada (através do comando label) recebe. Neste estado o volume pode ser gravado mas apenas no espaço livre que ainda resta. O que já estaria gravado não é sobrescrito.
- Full: o volume está cheio. Neste caso não é mais possÃvel gravá-lo sem que haja perda de informações. Para gravá-lo novamente, é necessário que o volume seja reciclado (seja automaticamente pelo bácula, seja através do comando “purge”).
- Used: O volume ainda possui espaço, mas neste caso não pode mais ser gravado. A mudança de append para used é importante pq, só neste momento, o tempo de retenção irá começar a contar. Esta mudança, pode ser feita de maneira manual ou automática pelo bacula, através da configuração de limites (jobs, bytes, tempo de uso – tudo isso por volume).
- Error: Por algum motivo o volume terminou em erro – o que não significa que não possa ter seus arquivos restaurados. Se vc tiver certeza que não se trata de um problema fÃsico, pode simplesmente mudar seu status manualmente para “used”, e esperar que ele seja reciclado.
- Recycled: O volume foi reciclado e está pronto para ser sobrescrito pelo Bacula.
- Archive: o administrador explicitamente informa que aquele volume deve ser mantido intacto – ou seja, não será reciclado. Útil para preservar backups marcos (ex.: primeiro backup de um servidor).
- Disabled: o volume está completamente indisponÃvel para o uso do “Bacula” (ex.: fitas que foram retiradas do robô, e que portanto não podem ser acessadas de maneira automática).
- Cleaning: indica que é uma fita de limpeza.
- Read-only: o “Bacula” poderá ler, mas não sobrescrever a fita.
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Posted by admin on 25th junho 2009
O evento integrou definitivamente o calendário de eventos de Porto Alegre, que inclusie refletiu na precificação das diárias dos hotéis.
Como fatos negativos, temos a escolha da data (São João, época de grande importância para nós Nordestinos), e a ausência do festejado Julio Neves, especialista em Shell que não está na grade do evento.
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Posted by admin on 8th junho 2009

Para quem deseseja fazer um mestrado e se aprofundar no Software Livre, o Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação de Lisboa traz uma ótima opção (à distância): http://moss.dcti.iscte.pt/index.php
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